" Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG): Uma exploração integrativa entre aspectos cognitivos e neurobiológicos"
- crispsicologa84
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1. INTRODUÇÃO
O foco da pesquisa será sobre o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), como fenômeno psicológico, trazendo reflexões sobre abordagem da terapia cognitivo-comportamental (TCC) com as descobertas da neurociência e com um enfoque especial na influência do nervo vago na regulação emocional. Os objetivos do estudo incluirão investigar as correlações entre os pensamentos automáticos associados à ansiedade e os padrões de ativação neural, identificar a influência do nervo vago na regulação emocional e explorar possíveis intervenções que possam integrar abordagens cognitivas e neurobiológicas no tratamento da ansiedade. Portanto, a análise conjunta dessas abordagens propõe um modelo integrado que explora tanto os aspectos cognitivos quanto os neurobiológicos da TAG, oferecendo insights para o desenvolvimento de intervenções terapêuticas mais eficazes. Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) representa um desafio clínico significativo, impactando negativamente a qualidade de vida de milhões de indivíduos em todo o mundo. Nesse contexto, abordarei a complexidade do TAG sob três perspectivas distintas: a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), as Contribuições da Neurociência e a Influência do Nervo Vago. Com o intuito de contribuir para a compreensão da prática clínica no tratamento do Transtorno de Ansiedade Generalizada, este estudo propõe uma revisão narrativa da literatura, enfocando a eficácia da Terapia Cognitivo Comportamental.
2. TEMAS REVISADOS
Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)- pela ótica da Abordagem Cognitiva Comportamental (TCC):
O Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) é abordado pelo renomado psiquiatra e psicólogo Aaron T. Beck, considerado o fundador da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Segundo Beck, o TAG é caracterizado por uma preocupação excessiva e desproporcional em relação a eventos ou situações (Beck & Clark, 1997). Em sua teoria cognitiva, Beck destaca a influência de padrões de pensamento automáticos e distorções cognitivas na manutenção do TAG. A preocupação crônica observada no TAG, de acordo com Beck, está relacionada à interpretação exagerada de ameaças e à superestimação dos perigos associados às situações cotidianas. Padrões de pensamento como a catastrofização, a subestimação das habilidades de enfrentamento e a preocupação antecipatória são comuns em indivíduos com TAG, conforme identificado por (Beck,1985). Na Terapia Cognitivo-Comportamental de Beck para o TAG, o foco principal é a identificação e modificação desses padrões de pensamento disfuncionais (Beck & Emery, 1985). Durante o tratamento, os pacientes são guiados a reconhecer e desafiar seus pensamentos automáticos negativos, substituindo-os por pensamentos mais realistas e equilibrados. Além disso, a terapia inclui o ensino de estratégias práticas de enfrentamento, como a resolução de problemas e a exposição gradual a situações temidas. A abordagem de (Beck,1985) destaca a interconexão entre pensamentos, emoções e comportamentos, enfatizando que a modificação de padrões cognitivos disfuncionais desempenha um papel central no tratamento eficaz do TAG. Abaixo algumas técnicas para ajudar o paciente com TAG: 3 Identificação e Monitoramento de Pensamentos Automáticos: O primeiro passo na terapia é ajudar os pacientes a identificar e monitorar pensamentos automáticos negativos, observando padrões que contribuem para o TAG (Beck, 2011). Questionamento Socrático: A aplicação do método socrático é fundamental na TCC, desafiando os padrões de pensamentos automáticos negativos (Beck, 2011). Os pacientes são encorajados a questionar a validade e a lógica de seus pensamentos ansiosos. Reestruturação Cognitiva: A reestruturação cognitiva visa substituir pensamentos automáticos negativos por pensamentos mais realistas (Beck, 1985). Reconhecer distorções cognitivas, como catastrofização e generalização excessiva, é parte essencial do processo. Técnicas de Relaxamento: Beck e Beck (2010) destacam a integração de técnicas de relaxamento, como treinamento de respiração e mindfulness, para reduzir a ansiedade geral associada ao TAG. Exposição Gradual: Para enfrentar preocupações excessivas, a exposição gradual a situações temidas é crucial (Beck, 2011). Isso ajuda os pacientes a perceberem que as consequências temidas frequentemente não se concretizam. Treinamento em Solução de Problemas: Beck e Beck (2010) ressaltam o treinamento em solução de problemas como parte integrante da TCC para TAG, desenvolvendo habilidades para abordar preocupações de maneira estruturada e lógica. Atividades de Promoção do Bem-Estar: A promoção do bem-estar emocional e físico é incentivada por meio de atividades como exercícios, hobbies e socialização (Beck, 1985).
Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)- Contribuições da Neurociência:
O Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) tem sido alvo de pesquisas na neurociência, buscando compreender as bases neurobiológicas subjacentes a essa condição psiquiátrica. Antes de mencionar como a neurociência pode contribuir com o tratamento da TAG, é preciso mencionar pela ótica da neurociência como “nasce a ansiedade”. O autor Brewer (2021) descreve em seu livro que a ansiedade e a síndrome do pânico nascem do medo. O medo é um mecanismo de sobrevivência mais antigo que existe. Ele nos ensina a evitar situações perigosas no futuro por meio de um processo chamado reforço negativo (Brewer, 2021). Exemplo na prática- Se pisamos numa rua movimentada, viramos a cabeça e vemos um carro vindo em nossa direção, pulamos instintivamente de volta para a segurança da calçada. Essa reação de medo nos ensina rapidamente que as ruas são perigosas e que precisamos atravessá-las com cautela. A evolução tornou isso muito simples para nós. Tão simples que, em situações como essa, só precisamos de três elementos para aprender: um estímulo ambiental, um comportamento e um resultado. Nesse caso, a rua movimentada que teremos que cruzar (o estímulo ambiental) exige que olhemos antes para os dois lados (o comportamento). Chegar ileso à outra calçada (o resultado) nos ensina a lembrar-nos de repetir a ação no futuro, este é um mecanismo de aprendizagem (Brewer, 2021). Brewer (2021) menciona que em algum momento do último milhão de anos, os seres humanos passaram a ter uma nova estrutura acima do cérebro de sobrevivência primitivo. Os neurocientistas a chamam de Córtex pré-frontal (Brewer, 2021). 5 O autor Brewer afirma que o Córtex pré-frontal nos ajuda a pensar e planejar o futuro. Ele prevê o que acontecerá com base na experiência passada. Só que o Córtex pré-frontal precisa de informações exatas para fazer previsões exatas. Quando faltam informações, elabora versões diferentes do que pode acontecer para nos ajudar a escolher o melhor caminho. Faz isso por meio de simulações baseadas em eventos anteriores semelhantes. Aí entra em cena a ansiedade, a ansiedade nasce quando o nosso córtex pré-frontal não tem informações suficientes para prever com exatidão o futuro (Brewer, 2021). Quanto menos exata é a informação, o que advém, em geral, da ânsia de opinar (e isso aumenta o volume de dados a serem verificados), maior é a velocidade em que seu Córtex pré-frontal trabalha, captando qualquer substrato disponível enquanto tenta disparar o máximo possível de hipóteses para ser ponderado. É claro que esse mecanismo dificilmente seria chamado de planejamento, mas o cérebro não sabe disso (Brewer, 2021). Brewer (2021) descreve que quanto mais incerta é a informação que seu Córtex pré-frontal incorpora, pior é o resultado. Confirme as hipóteses se aproximam do pior cenário (o que tende a acontecer quando o Córtex pré-frontal começa a se desligar, ironicamente em razão do aumento da ansiedade), sua fisiologia de luta e fuga ou paralisia pode entrar em ação, a tal ponto que basta pensar nas situações possíveis (mas extremamente improváveis) para que se sinta em perigo, mesmo que o perigo só esteja na cabeça. E aí está a ansiedade. Pensamentos disfuncionais e acelerados (Brewer, 2021). Com as descobertas em neurociências e especialmente da plasticidade cerebral, muitos dos tratamentos em psicopatologia foram revolucionados. Hoje, além dos tratamentos tradicionais que é a medicação e a psicoterapia, também surgiram outros tratamentos. Abaixo algumas técnicas de neuromodulação (Rabelo, 2022): 6 - Neurofeedback: permite fazer um treinamento no cérebro como uma forma de auto regulação da elétrica atividade cerebral, equilibrando o seu funcionamento e melhorando a capacidade cognitiva e emocional (Rabelo, 2022):Este consiste na colocação de elétrodos que captam as ondas cerebrais através de um Eletroencefalograma (EEG), para análise dos padrões que são decodificados e processados por um software, permitindo que funcionamento do cérebro possa ser acompanhado em tempo real pela tela de um computador. Ao longo de algumas sessões, a própria pessoa vai aprendendo a treinar o cérebro para que funcione de forma mais equilibrada, tratando os problemas de funcionamento ou, pelo menos, aliviando a sintomatologia (Rabelo, 2022). - Estimulação transcraniana por corrente continua (ETCC): consiste em aplicar um campo eletromagnético para modular o Sistema Nervoso, atuando na regulação da área neuronal estimulada, inibindo ou estimulando seus neurotransmissores responsáveis por alguma função ou comportamento. As pesquisas vêm mostrando um grande potencial em psicopatologias como: depressão, esquizofrenia, bipolaridade, distúrbios Cognitivos leves, dependência química, ansiedade, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), etc. (Rabelo, 2022). - Estimulação magnética transcraniana: bem parecida com a ETCC só que eles utilizam uma bobina. Tem seus efeitos bastante comprovados para a depressão (Rabelo, 2022). - Realidade virtual: A RV Imersiva cria mundos gerados por computador interativos, que substituem as percepções sensoriais do mundo real por outras geradas digitalmente, produzindo a sensação de estarem realmente em novos ambientes em tamanho natural. Têm sido muito utilizados em transtornos de ansiedade, fobias específicas, por exemplo como o medo de aranha, tentando ir dessensibilizando o paciente, e outras fobias como medo de elevador, de falar em público, avião, etc. (Rabelo, 2022). 7 De acordo com Davidson (2008) a ressonância magnética funcional (FMRI) tem sido utilizada para investigar padrões de ativação cerebral em indivíduos com TAG. Observou-se um aumento da atividade no córtex pré frontal, região associada ao processamento de preocupações e à regulação emocional. Essa hiperatividade pode indicar uma resposta exacerbada a estímulos ansiogênicos. No que diz respeito aos neurotransmissores, estudos neuroquímicos apontam para a disfunção do sistema serotoninérgico em pacientes com TAG (Pine 2009). A serotonina desempenha um papel crucial na regulação do humor e da ansiedade, e alterações nesse sistema podem contribuir para a manifestação do TAG. Outras pesquisas, como a de LeDoux (2012), destacam a importância da amígdala na resposta ao medo e na modulação da ansiedade. A amígdala hiperativa em pacientes com TAG pode ser um indicador da sensibilização do sistema de resposta ao medo, contribuindo para a preocupação excessiva característica desse transtorno. Neurobiologia da Ansiedade: A compreensão da neurobiologia da ansiedade, destacando o papel dos neurotransmissores, é crucial Davidson (2000). Abordagens farmacológicas podem ser consideradas em conjunto com a TCC. A ansiedade tem raízes profundas na neurobiologia, e a regulação cuidadosa dos neurotransmissores, como a serotonina, pode ser explorada para uma abordagem abrangente que inclua intervenções farmacológicas e terapia cognitivo-comportamental (Davidson, 2000). Plasticidade Neural e Resiliência: A plasticidade cerebral e a capacidade de adaptação do cérebro são temas discutidos por Davidson (2012). A TCC pode influenciar positivamente a plasticidade neural, promovendo resiliência. A plasticidade cerebral é uma característica notável, e a terapia cognitivo-comportamental pode ser concebida como uma ferramenta para influenciar positivamente essa plasticidade, favorecendo a resiliência cerebral. 8 Mindfulness e Regulação Emocional: A prática de mindfulness, como explorada por Davidson (2003), pode ter efeitos na regulação emocional através de alterações nas redes neurais. Essa prática pode ser integrada à TCC.
O nervo Vago e sua influência na regulação emocional, para a melhora dos sintomas de Transtorno da Ansiedade Generalizada (TAG):
O nervo vago tem sido objeto de investigação na busca por compreender sua influência na regulação emocional e seu potencial impacto na melhora dos sintomas do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG). Rosenkranz (2019) abordam a relação entre o nervo vago e as vias neurais envolvidas na ansiedade. Demonstraram que a estimulação do nervo vago pode modular a atividade da amígdala, uma região cerebral crucial na resposta ao medo e na manifestação de sintomas ansiosos. Essa modulação pode representar um mecanismo potencial para atenuar os sintomas de TAG. Outras pesquisas, como a de Kuo (2020), exploraram a relação entre a estimulação do nervo vago e a liberação de neurotransmissores, como a acetilcolina. Essa liberação está associada a efeitos ansiolíticos, sugerindo que a ativação do nervo vago pode influenciar positivamente a regulação emocional e, por conseguinte, melhorar os sintomas de TAG. A revisão de literatura de Bonaz e Sinniger (2016) enfatiza a conexão entre o nervo vago e o sistema imunológico, destacando a influência da estimulação vagal na redução da inflamação, que por sua vez pode estar relacionada a transtornos psiquiátricos, incluindo a ansiedade. Influência do Nervo Vago na Ansiedade: O nervo vago desempenha um papel crucial na regulação emocional, e intervenções que visam estimular o nervo vago têm mostrado benefícios no manejo da ansiedade. Segundo Porges (2011), o nervo vago está envolvido na resposta de "descanso e digestão", promovendo estados de calma e relaxamento. Estimular o nervo vago pode ser uma estratégia eficaz para reduzir os sintomas de ansiedade. O nervo vago desempenha um papel na modulação da resposta ao estresse, promovendo estados de relaxamento e equilíbrio emocional. 10 Rosenberg (2021), esclarece a importância do nervo vago e como estimulá-lo para promover o equilíbrio emocional e físico. O nervo vago, parte do sistema nervoso autônomo, desempenha um papel crucial na regulação do estresse, na resposta inflamatória e na homeostase do corpo. O autor destaca que o nervo vago é uma parte fundamental do sistema parassimpático, responsável por desencadear respostas de relaxamento e restauração. Ele explica que a ativação adequada do nervo vago pode ser benéfica para mitigar os efeitos prejudiciais do estresse crônico, contribuindo para a redução da ansiedade, melhoria do humor e promoção da saúde geral (Rosenberg, 2021). Abaixo estratégia de estimulação do nervo vago: Técnicas de Respiração: Rosenberg (2021) enfatiza a importância da respiração profunda e consciente para estimular o nervo vago. Práticas como a respiração abdominal lenta e profunda podem ativar o sistema parassimpático, promovendo uma sensação de calma e relaxamento. Massagem Vagal: O autor introduz técnicas de massagem específicas para estimular o nervo vago. Estas envolvem toques suaves na área do pescoço e do rosto, visando ativar as fibras nervosas do nervo vago e promover uma resposta de relaxamento (Rosenberg, 2021). Exercícios Físicos: A prática regular de exercícios físicos moderados é destacada como uma estratégia eficaz para estimular o nervo vago. Atividades como caminhadas, ioga e natação são mencionadas como benéficas para promover a saúde do sistema nervoso autônomo (Rosenberg, 2021). 11 3.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Esta pesquisa explorou algumas abordagens, unindo insights da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com as descobertas da neurociência, destacando a influência do nervo vago na regulação emocional. Sob a ótica da TCC, o TAG é compreendido através dos padrões de pensamento automáticos negativos identificados por Aaron T. Beck. A preocupação excessiva, central no TAG, é associada à interpretação exagerada de ameaças e distorções cognitivas. A TCC propõe intervenções como a identificação de pensamentos automáticos, questionamento socrático e reestruturação cognitiva para modificar padrões disfuncionais, ou seja, auxiliando com técnicas específicas que permitem tanto a extinção do medo condicionado quanto a regulação cognitiva de emoções. A neurociência enriquece a compreensão do TAG, revelando correlações entre pensamentos automáticos e padrões de atividade neural. Estudos destacam a hiperatividade do córtex pré-frontal e disfunções serotoninérgicas em pacientes com TAG. A plasticidade neural, influenciada pela TCC, é essencial na adaptação cerebral e na promoção de resiliência emocional. A influência do nervo vago na regulação emocional é crucial. Sua estimulação modula a atividade da amígdala, reduzindo a resposta ao medo. Práticas como respiração profunda e mindfulness atuam na ativação do nervo vago, proporcionando respostas de relaxamento e alívio da ansiedade. A investigação visa correlacionar pensamentos automáticos a padrões neurais, identificar a influência do nervo vago na regulação emocional e explorar intervenções integrativas. Estratégias como exposição gradual, treinamento em solução de problemas, técnicas de relaxamento e atividades de promoção do bem-estar são fundamentais nesse contexto. 12 A abordagem integrativa proposta unifica aspectos cognitivos e neurobiológicos do TAG, fornecendo um modelo abrangente para o desenvolvimento de intervenções terapêuticas mais eficazes. Ao entender as interconexões entre pensamentos, emoções e atividade neural, abre-se espaço para uma compreensão mais holística e, consequentemente, tratamentos mais completos e personalizados. 13 4.
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